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Perguntas e Respostas

A alimentação pode influenciar na incontinência urinária?

O consumo de alguns alimentos específicos pode aumentar a produção de volume hídrico por apresentarem características diuréticas, podendo agravar os quadros de incontinência nesses indivíduos. O controle da alimentação é uma boa estratégia para minimizar os sintomas da incontinência. O que evitar: álcool, chá-preto, café, refrigerantes, chocolate, produtos picantes, alimentos cítricos e açúcar.

Quais exames identificam se tenho incontinência urinária?

Sua experiência, sintomas e a avaliação de um médico são praticamente decisórios no diagnóstico de incontinência urinária. Porém, exames de laboratório ajudam na confirmação do problema, como:
• resíduo urinário pós-miccional, para medir a quantidade de urina remanescente após a micção;
• urina tipo I/cultura de urina para descartar uma infecção do trato urinário ;
• teste do estresse urinário (pede-se ao paciente para ficar em pé, com a bexiga cheia, e tossir) ;
• ultrassom do abdômen ou pélvico;
• raios X contrastados;
• cistoscopia (inspeção da parte interna da bexiga);
• estudos de urodinâmica (exames para medir pressão e fluxo urinários); e
• outros.

Para a incontinência urinária de esforço na mulher, qual o melhor tratamento?

O tratamento depende da causa e mecanismo. Casos leves de incontinência urinária podem eventualmente ser tratados com medicação ou com fisioterapia (que chamamos de reeducação do assoalho pélvico). Para todos os demais casos, o melhor tratamento é o cirúrgico. Na verdade, até agora nenhum tratamento, em dezenas de estudos realizados, revelou-se superior à cirurgia.

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