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COMO AJUDAR OS IDOSOS COM DOENÇA DE PARKINSON: ORIENTAÇÕES E DICAS TENA

27/06/2024

 

TENA

A Doença de Parkinson pode ser desafiadora para os idosos. Neste artigo, descubra maneiras de ajudar a melhorar a qualidade de vida e o bem-estar emocional daqueles que vivem com esta condição.

Como ajudar idosos que sofrem de Doença de Parkinson

Há mais de 200 anos, a comunidade médica identificou a Doença de Parkinson como a segunda condição degenerativa mais comum do sistema nervoso central, superada apenas pela Doença de Alzheimer. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 4 milhões de pessoas globalmente lidam com o Parkinson, o equivalente a aproximadamente 1% da população com 65 anos ou mais. Com o aumento da longevidade e o envelhecimento da população, a estimativa é de que esse número duplique até 2040. No Brasil, cerca de 200 mil pessoas convivem com essa enfermidade.

De acordo com informações da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, a principal origem do Parkinson é a deterioração das células cerebrais, especialmente na área conhecida como substância negra, responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a regulação dos movimentos corporais.

Os sintomas iniciais da doença costumam incluir a desaceleração dos movimentos e tremores nas extremidades das mãos, muitas vezes perceptíveis apenas para os mais próximos. Outros sinais do problema abrangem a redução do tamanho da caligrafia, rigidez muscular, dificuldade na fala e deglutição, além de sintomas como depressão, dor, tontura e distúrbios do sono, respiratórios e a incontinência urinária.

Embora não haja uma cura definitiva para o Parkinson, as manifestações da doença podem ser gerenciadas com medicamentos que repõem parcialmente a dopamina e melhoram a comunicação entre as células nervosas, o que é capaz de trazer alívio ao paciente. É importante destacar que esses medicamentos devem ser utilizados de forma contínua ao longo da vida. Além disso, um tratamento eficaz geralmente envolve uma abordagem interdisciplinar, com a colaboração de diferentes profissionais da saúde como terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, médicos e outros, para ajudar na manutenção das funções e promover a independência nas atividades diárias.

É essencial que aqueles que apresentam sinais dessa enfermidade busquem auxílio médico assim que possível. Manter atividades intelectuais, praticar exercícios físicos regularmente e não atribuir automaticamente certos sintomas ao envelhecimento (como a perda da expressão facial e o piscar dos olhos menos frequentes, por exemplo) são medidas importantes para preservar a qualidade de vida.

Adaptações no ambiente doméstico para melhorar a qualidade de vida

Quando alguém é diagnosticado com a Doença de Parkinson, é natural que toda a família busque maneiras de tornar a vida mais fácil e confortável para o paciente. Uma das formas mais eficazes de alcançar isso é por meio da realização de adaptações no ambiente doméstico, para criar um espaço seguro e reduzir os riscos de quedas e lesões relacionadas à enfermidade. Essas adaptações podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida do paciente, facilitando suas atividades diárias e promovendo sua independência. Aqui estão algumas sugestões de adaptações que podem ser feitas em casa para ajudar pessoas com Parkinson:

  • Redução de obstáculos: Remova tapetes soltos, fios elétricos e qualquer outro objeto que possa causar tropeços ou quedas. Mantenha os corredores e áreas de circulação livres de obstáculos para facilitar a locomoção do paciente.
  • Iluminação adequada: Uma iluminação adequada é essencial para pessoas com Parkinson, pois muitas vezes esse público apresenta dificuldades em enxergar devido aos tremores ou visão prejudicada. Instale luzes brilhantes em áreas-chave da casa, como corredores, escadas e banheiros, e considere a instalação de sensores de movimento para iluminar automaticamente os ambientes quando alguém entrar.
  • Banheiro acessível: O banheiro é uma área da casa que requer atenção especial para pessoas com Parkinson. Equipar o espaço com barras de apoio ao redor do vaso sanitário e no box do chuveiro irá ajudar o paciente a se levantar e se movimentar com segurança. Considere também a instalação de um assento de vaso sanitário elevado e um banco no chuveiro para maior conforto.
  • Mobília adequada: Quando possível, escolha móveis que sejam confortáveis, estáveis e de altura adequada para a pessoa que convive com o Parkinson. Cadeiras com braços podem facilitar o ato de sentar e levantar, e mesas e bancadas com altura ajustável podem tornar as tarefas cotidianas mais fáceis de realizar.
  • Facilidades na cozinha: Faça adaptações na cozinha para tornar o espaço mais acessível para o paciente. Isso pode incluir a instalação de gavetas e armários com puxadores grandes e fáceis de alcançar, utensílios de cozinha leves e ergonômicos, e um fogão com controles de fácil acesso e segurança.
  • Sinalização clara: Use etiquetas ou marcadores de cores diferentes para identificar os itens em casa, como os controles remotos da TV, os frascos de medicamentos e os interruptores de luz. Isso pode ajudar o paciente a encontrar o que precisa com mais facilidade e reduzir uma possível frustração.
  • Tecnologia assistiva: Considere o uso de dispositivos e tecnologias assistivas, como bengalas, andadores, cadeiras de rodas motorizadas, sistemas de comunicação alternativa e aplicativos para smartphones, como o App TENA Family Care, que auxilia na organização de cuidados com a pessoas idosa no dia a dia.

Fazer adaptações no ambiente doméstico pode ajudar significativamente a melhorar a qualidade de vida de pessoas com Parkinson, permitindo que eles possam viver de forma mais independente, segura e confortável em casa. É necessário consultar um terapeuta ocupacional ou um especialista em acessibilidade para obter mais orientações sobre como adaptar o ambiente doméstico às necessidades específicas do paciente.

Exercícios físicos para manter a mobilidade e a força  

Praticar exercícios físicos é fundamental para uma vida saudável, e para aqueles que vivem com a doença de Parkinson, praticar atividades pode trazer componentes vitais para manter o equilíbrio e a mobilidade e na rotina diária. Estudos mostram que a prática regular de exercícios pode mantém e melhorar a movimentação dos músculos e articulações, assim como pode aliviar sintomas não motores, como depressão ou constipação.

De acordo com recomendações da ONG Parkinson’s Foundation, pessoas que convivem com o Parkinson e que começam a se exercitar mais cedo, durante a progressão da doença, por pelo menos 2,5 horas por semana, experimentam uma desaceleração na deterioração da qualidade de vida em comparação com aqueles que começam mais tarde. Portanto, estabelecer hábitos de exercícios precoces é essencial para o gerenciamento geral da doença.

Para ajudar a gerenciar os sintomas da DP, o programa de exercícios recomendado pode incluir atividade aeróbica, treinamento de força, ações de equilíbrio, de agilidade e multitarefa, e flexibilidade.

Algumas opções interessantes para os pacientes são:

  • Treinamento esportivo intensivo (aulas de boxe sem contato)
  • Treinamento na esteira com suporte de peso corporal
  • Treinamento de resistência
  • Exercícios aeróbicos
  • Formas alternativas de exercícios (yoga)
  • Exercícios em casa (vídeos do YouTube ou Instagram)
  • Alongamentos

Não há uma "prescrição de exercícios" que sirva para todos os pacientes, portanto, o indicado é procurar por um profissional de saúde, como educador físico ou fisioterapeuta. O tipo de atividade depende dos sintomas e desafios individuais. Para aqueles que estão acostumados com quadros mais sedentários, é necessário começar com exercícios de baixa intensidade, como caminhadas. Isso pode ser aumentado aos poucos para atividades regulares e mais vigorosas, conforme tolerado.

Muitas pessoas encontram maior sucesso ao se exercitar com um parceiro, que pode ser um amigo ou familiar. Dependendo do estágio da doença, pode ser melhor para aqueles que convivem com Parkinson treinar em um ambiente onde outras pessoas que possam oferecer ajuda estejam disponíveis, se necessário. Isso irá trazer motivar mútua e pode manter o engajamento nas práticas físicas.

Estratégias para lidar com a incontinência urinária durante o Parkinson

Pessoas com Parkinson podem desenvolver problemas na bexiga e, diante desse quadro, a marca TENA tem o objetivo de abrir diálogo sobre o assunto, rodeado por muitos tabus, e estimular as pessoas que convivem com essa condição a procurarem por profissionais, como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, para abordagem terapêutica. A identificação precoce e o diagnóstico preciso são fundamentais para iniciar os cuidados adequados e melhorar a qualidade de vida dos pacientes que convivem com a doença e apresentam escapes de xixi.

A trajetória de tratamento pode ser longa e, enquanto o indivíduo não está completamente curado, TENA oferece produtos e serviços que vão ajudar as pessoas a enfrentarem melhor esse contexto. A empresa oferece produtos específicos para incontinência urinária adulta, em diferentes níveis, focados na saúde da pele.

Para os pacientes de Parkinson que possuem suas faculdades mentais íntegras, o indicado é a utilização de absorventes (masculinos e femininos), para quem tem quadro leve de incontinência. O uso de pants, que são roupas íntimas descartáveis que se parecem muito com calcinhas e cuecas comuns, é indicado para quem tem mobilidade com incontinência de moderada a severa. As fraldas são indicadas, apenas, para as pessoas acamadas e sem mobilidade.

O absorvente TENA Lady Discreet Normal (indicado para incontinência moderada) e TENA Lady Discreet Protetor Diário (para incontinência leve) proporcionam cobertura gentil à pele, com material macio, respirável e sem perfume – o que ajuda a evitar irritações –, confortável e eficiente contra vazamentos. O TENA Lady Discreet Protetor Diário Flex (também para incontinência leve) tem formato discreto, menor e mais flexível. TENA oferece também produtos criados especificamente para a anatomia masculina. É o caso do absorvente TENA Men, para homens com incontinência leve, e da roupa íntima TENA Pants Men, para homens com incontinência urinária moderada.

A empresa dispõe de uma gama completa de produtos para incontinência urinária, desde protetores diários voltados às pessoas com incontinência leve até fraldas descartáveis para quem convive com a incontinência urinária severa e possuem mobilidade limitada – para esse público, TENA oferece as fraldas: Dermacare, Noturna e Confort. A Fralda Dermacare conta com tecnologia superabsorvente (highloft) e material respirável, que juntos são capazes de manter a pele seca e saudável, ajudando a prevenir irritações.

Com um núcleo de alta absorção, os produtos da linha TENA Noturna foram desenvolvidos anatomicamente para a posição deitada – ideais para o sono. Com isso, são capazes de oferecer o conforto e a segurança necessários para uma reconfortante noite de sono, sem interrupções para trocas, o que vai permitir que a pessoa com incontinência urinária tenha um bom descanso e bastante energia e disposição no dia seguinte.

A Linha TENA Confort também possui produtos unissex para incontinência urinária do nível moderado ao severo, da mesma forma como as linhas Noturna e Dermacare. Assim como nas outras linhas, as peças oferecem segurança, conforto e controle de odor.