Postado 12 de junho de 2026 em Incontinência UrináriaTENA

O primeiro passo para quem busca saber se está com incontinência urinária, é prestar atenção aos sinais do próprio corpo. O segundo passo é buscar informação.
Apesar de ainda ser um assunto rodeado de vergonha e silêncio, a perda involuntária de urina é muito mais comum do que se imagina e, na maioria dos casos, tem explicação, diagnóstico e tratamento.
Estima-se que no Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas convivam com a incontinência, que atinge 35% das mulheres com mais de 40 anos e após a menopausa, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e cerca de 15% dos homens a partir da mesma faixa etária.
Conforme explica a SBU, a incontinência urinária é definida pela Sociedade Internacional de Continência como a perda de qualquer quantidade de urina, independentemente do volume. Segundo a própria SBU, uma em cada 25 pessoas pode apresentar a condição em algum momento da vida. Assim, apesar de ser comum perder urina, não é normal em nenhuma fase da vida.
Não existe um único sintoma que defina a condição, por isso é preciso observar o conjunto de sinais. Os mais relatados são:
Maria Alice Lelis, doutora em Ciências da Saúde – Urologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e enfermeira consultora TENA esclarece que “apenas o sintoma de perda de urina não é suficiente para identificar o tipo de incontinência, descartar outras causas, como por exemplo uma infecção urinária, e determinar o tratamento adequado a cada indivíduo”. Por isso, a avaliação de um médico é indispensável para o diagnóstico e tratamento adequados.
Quando a pessoa apresentar um ou mais dos sinais acima, o próximo passo ideal é agendar uma consulta com um urologista, que atende homens e mulheres com queixas do sistema urinário, bem como do sistema reprodutor masculino, ou um ginecologista, especialidade médica que cuida da saúde da mulher em todas as etapas da vida.
O diagnóstico costuma envolver histórico detalhado, exame físico e, em alguns casos, exame de urodinâmica, que avalia o enchimento e o esvaziamento da bexiga e ajuda o médico a identificar o tipo exato de incontinência, direcionando assim o tratamento, que pode incluir exercícios do assoalho pélvico, mudanças de hábito, medicamentos ou, em casos específicos, cirurgia.
“A incontinência urinária tem tratamento e, em muitos casos, cura”, explica Maria Alice. Quanto antes o diagnóstico for feito, maiores as chances de controlar os sintomas e evitar impactos emocionais, já que a condição está associada a maior risco de ansiedade e isolamento social quando não tratada.
Enquanto busca o diagnóstico, ou durante o tratamento, contar com produtos adequados à incontinência urinária faz toda a diferença na rotina, na autoestima e na liberdade para sair de casa, trabalhar e se exercitar sem preocupação.
TENA oferece uma linha completa de produtos para homens e mulheres, com alta capacidade de absorção e tecnologia de controle de odor. Para quem tem mobilidade e convive com episódios leves a moderados de perda de xixi, os absorventes, calcinhas e cuecas descartáveis oferecem discrição e praticidade no dia a dia.
Já para pessoas com mobilidade reduzida, as fraldas geriátricas garantem segurança, conforto e praticidade aos usuários.
Enfim, para uma pessoa saber se está com incontinência urinária, o primeiro passo é identificar os sinais do corpo e o segundo é buscar orientação especializada, sempre lembrando de que contar com os produtos certos permite viver a rotina com mais tranquilidade.
https://urobrasil.com.br/incontinencia-urinaria/
https://sbu-sp.org.br/publico/mes-de-conscientizacao-da-incontinencia-urinaria-acende-alerta-sobre-sintomas-e-implicacoes-do-disturbio
https://portaldaurologia.org.br/sua-saude/dicas/curiosidades-sobre-disfuncoes-miccionais-e-incontinencia-urinaria